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Política

Rui cobra prisão dos envolvidos no caso dos respiradores

O governador Rui Costa cobrou nesta segunda-feira (13), em entrevista à Rádio Sociedade, a prisão dos envolvidos na venda ilegal de respiradores (ventiladores mecânicos) para o Consórcio Nordeste, no início do combate ao avanço da pandemia de Covid-19. O governo estadual pagou pelo equipamento, mas não recebeu nem os aparelhos contratados nem a devolução do recursos (aproximadamente R$ 48 milhões) . “Espero que essas pessoas voltem a ser presas e possam devolver o dinheiro”, disse o gestor.

Perguntado pelo apresentador Adelson Carvalho, Rui relatou que os detidos confessaram a irregularidade e acertaram o ressarcimento do pagamento feito antecipadamente , mas foram soltos por orientação do Ministério Público. Na sequência, o caso foi transferido para a Justiça Federal.

“Não consigo enxergar onde está o interesse público (na libertação dos envolvidos)”, lamentou o governador.”Se (o MP) queria que (o caso) fosse submetido ao Superior Tribunal de Justiça, ótimo. Mas que as pessoas ficassem presas”, ressaltou.

Em junho do ano passado, 15 dias depois da deflagração da Ragnarok, a Procuradoria Geral do Estado acionou o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público protestando contra os desdobramentos da operação que buscava reaver os recursos e punirr os culpados. ““Só favoreceu aqueles que deram golpe no estado”, disse Rui, à época.

Sesab

Rui Costa também comentou sobre a gestão na Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), que está interinamente sob o comando da subsecretária Tereza Paim. O gestor reafirmou que avalia a situação com calma, já que o grupo de trabalho permanece, não causando interrupção das ações. “A equipe está montada e tocando os projetos, como os da policlínicas que estamos tocando com muito orgulho”, finalizou. (Bahia.ba)

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Política

Bolsonaro, filhos, ministros e apoiadores utilizaram negacionismo como política, conclui relatório da CPI da Covid-19

Foto: Rodrigues/Agência Senado

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada para investigar a gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à frente da pandemia de Covid-19 concluiu que a política pública utilizada foi o negacionismo. A informação foi publicada, neste sábado (16), pela Folha de S. Paulo. 

Em cinco volumes, a minuta do parecer do senador Renan Calheiros (MDB-AL) pede o indiciamento de mais de 60 pessoas, incluindo os filhos do presidente, ministros de Estado, integrantes e ex-funcionários do Ministério da Saúde, além de empresários.

Renan propõe ainda 17 projetos de lei ou mudanças na Constituição, que incluem definir crime para punir a disseminação de fake news, hoje inexistente na lei brasileira. Sem passar por comissões temáticas, as propostas vão tramitar no plenário do Senado, o que torna o processo mais ágil.

O relatório final completo deve ser divulgado na segunda-feira (18). Será feita a leitura do texto em sessão da CPI da Covid no dia seguinte, com a votação pelos membros na quarta-feira (20). Fonte: Metro1

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Política

Bolsonaro diz que chora no banho e Michelle nunca viu: ‘acha que sou o machão’

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou na noite da última quinta-feira, 14, que chora no banheiro da sua casa e que sua esposa, a primeira-dama Michelle Bolsonaro nunca viu. A declaração foi dada em um encontro organizado por uma igreja evangélica em Brasília.

“Cada vez mais nós sabemos o que devemos fazer. Para onde devemos direcionar as nossas forças. Quantas vezes eu choro no banheiro em casa? Minha esposa [Michelle Bolsonaro] nunca viu. Ela acha que eu sou o machão dos machões”, declarou Bolsonaro.

O chefe do Executivo se disse pressionado pelo cargo que ocupa. “O que me faz agir dessa maneira? Eu não sou mais um deputado. Se ele errar um voto, pode não influenciar em nada. Um voto em 513. Mas uma decisão minha mal tomada, muita gente sofre. Mexe na bolsa, no dólar, no preço do combustível”, afirmou.

Bolsonaro tem atuado para reforçar os laços com bases evangélicas, que o apoiaram na última eleição presidencial. O objetivo é não perder voto dos religiosos para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Olha, aquele partido [PT] que esteve com o MEC [Ministério da Educação] entregue por 12 anos a uma pessoa [Fernando Haddad], que ficou para trás comigo no segundo turno. E hoje nós temos um pastor no MEC”, disse Bolsonaro. (ATarde)

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Política

Haddad diz que PT não é de esquerda e credita fracasso econômico do partido à Dilma

Em jantar com empresários, executivos e banqueiros na última quarta-feira, 13, Fernando Haddad foi o centro do encontro, promovido em São Paulo pela Esfera Brasil, plataforma apartidária de “discussões profundas sobre o presente” político do país. Ao lado de 20 convidados da plataforma, Haddad conversou com a elite empresarial, buscando acalmar os ânimos dos atores econômicos caso Lula vença as próximas eleições. As informações são de Lauro Jardim, colunista de O Globo.

Em uma de suas falas, afirmou que o Partido dos Trabalhadores (PT) não é de esquerda, mas de centro-esquerda. Segundo fontes do jantar, Haddad ainda responsabilizou o fracasso econômico da era PT no colo do governo Dilma, fazendo questão de defender os anos de Lula na presidência.

Entre os presentes, estavam Luis Henrique Guimarães, CEO da Raízen; Jan Jereissati, CEO da Ambev; José Olympio Pereira, presidente do Credit Suiss; Florian Bartunek, gestor do fundo Constellation; Ricardo Saad, da Band; e Washington Cinel, que representou a ala bolsonarista do empresariado.

Para o aliado de Lula, a grande vingança do ex-presidente será fazer o Brasil crescer novamente. Haddad também se posicionou sobre os escândalos de corrupção na Petrobras no governo Lula, afirmando que as ações foram de diretores da empresa, sem o conhecimento do antigo chefe do Executivo. Durante o jantar, posicionou-se contra a autonomia do Banco Central, conforme o projeto sancionado por Jair Bolsonaro meses atrás.

Fonte: ATarde.

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