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Economia

Brasil se aproxima dos 600 mil mortos por Covid-19

O Brasil registrou 467 mortes por Covid e 35.140 casos, nesta sexta-feira (17). Com isso, o país chega a 589.744 óbitos e a 21.102.536 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2.https://imasdk.googleapis.com/js/core/bridge3.480.1_en.html#goog_20985633PlayvolumeAd

São Paulo, mais uma vez, puxou o número de casos para cima. O estado, na quinta e nesta sexta, incluiu milhares de casos represados de meses passados. Na quinta, foram 22.678 infecções e na sexta, 23.586.

A média móvel de mortes permanece estável e agora é de 546 vidas perdidas por dia. Já a média de casos chegou a 18.273 e também está em estabilidade.

Mesmo com números inferiores aos muito elevados dados anteriores, o momento merece atenção e cuidado. O país já tem circulação comunitária da mais transmissível variante delta, que vem causando aumentos expressivos de casos em outros países.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados nos 26 estados e no Distrito Federal.

O Brasil registrou 2.269.586 doses de vacinas contra Covid-19, nesta sexta-feira. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 711.854 primeiras doses e 1.520.435 segundas. Também foram registradas 3.510 doses únicas e 33.787 doses de reforço.

Ao todo, 141.085.194 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil –75.146.556 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 79.314.211 pessoas com esquema vacinal completo no país.

Com isso, 89,61% da população com mais de 18 anos já recebeu ao menos uma dose (nesse caso, a 1ª dose de alguma vacina ou o imunizante de dose única) e 48,93% (também com mais de 18 anos) recebeu as duas doses recebidas ou a dose única da Janssen.

O Brasil chegou recentemente a 40% de adultos com esquema vacinal completo. Se for considerada toda a população brasileira, a porcentagem de pessoas com esquema vacinal completo alcançou 30% recentemente.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Fonte: Política Livre

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Economia

Governo federal e estados discutem corte no Bolsa Família para até 22 mil beneficiários

Foto: Reprodução / FDR

O governo federal e estados discutiram nesta sexta-feira (15) uma proposta de acordo que pode permitir a suspensão do pagamento do Bolsa Família para até 22 mil beneficiários.

Segundo o G1, a medida valeria para famílias com irregularidades no cadastro como, por exemplo, indícios de fraudes, renda excessivamente alta e posse em cargos políticos.

O acordo ainda não foi fechado porque a União pediu mais tempo para analisar o caso. O Supremo Tribunal Federal (STF) tenta costurar um entendimento entre o governo federal e os estados, que questionam um suposto tratamento desigual entre os entes da federação no cancelamento dos benefícios do programa.

Os técnicos da União devem discutir a questão e apresentar uma resposta ao STF em cinco dias. A sugestão do governo será avaliada pelos representantes dos governos locais. A audiência, que durou quase cinco horas, contou com a presença de juízes do gabinete do ministro Gilmar Mendes, que é o relator do caso, defensores públicos e representantes de governos estaduais.

A Advocacia-Geral da União (AGU) afirma que a falta de um censo demográfico e o impacto da pandemia provocaram discrepância nos pagamentos do programa social diante do aumento da pobreza do país em algumas regiões. Segundo a advogada da União Andréa Dantas, o governo saiu de uma situação de pleno atendimento do programa para uma situação de ter que priorizar atendimentos. Fonte: Bahia Notícias

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Brasil

Atividade econômica cai 0,15% em agosto, diz Banco Central

A atividade econômica brasileira teve variação negativa em agosto deste ano, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 15, pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou queda de 0,15% em agosto de 2021 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período), chegando a 139,23 pontos.

Na comparação com agosto de 2020, houve crescimento de 4,74% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No ano, foi registrada alta de 6,41%. Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador também ficou positivo, em 3,99%.

O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 6,25% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos.

Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre deste ano, o PIB apresentou variação negativa de 0,1%. No primeiro semestre, o PIB registrou alta de 6,4% e em 12 meses, acumulou alta de 1,8%.

Em 2020, o PIB do Brasil caiu 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Foi a maior queda anual da série do IBGE, iniciada em 1996 e que interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%.

Fonte: ATarde.

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Economia

Preço da gasolina deve cair 8% após mudança na cobrança do ICMS, estima Arthur Lira

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) prevê redução de 8% no preço da gasolina com a mudança na forma de cobrança do ICMS. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Lira disse que o litro do etanol vai cair 7% e do diesel 3,7%.

A proposta para que o ICMS passe a incidir sobre um valor médio dos combustíveis nos últimos dois anos foi aprovada com o voto favorável de quase 400 deputados.

Da maneira como é cobrado atualmente, o imposto estadual se tornou o “vilão” da escalada de reajustes, afirma o presidente da Câmara.

“O ICMS é o vilão do aumento que o dólar e o petróleo façam com que a Petrobras repasse. Ele sobe geometricamente. O discurso que é feito que ele é um percentual fixo é verdade, mas [a porcentagem fixa de cada estado] em cima de uma cadeia geometricamente ele [preço] se multiplica. Isso pesa demasiadamente no bolso do contribuinte e como o Governo Federal já advém para os combustíveis, ou seja, é fixo o seu imposto, o ICMS na proposta aprovada ou não vai fazer essa média dos últimos dois anos, vai se encontrar um preço fixo da gasolina e os estados terão liberdade de fixar o percentual que for conveniente”, explicou. 

Segundo Arthur Lira, a previsão de redução está baseada nos estudos que sustentam a proposta.  Fonte: Metro1

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