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Economia

Preço da gasolina sobe pela 7ª semana nos postos do país

O preço médio da gasolina subiu nos postos do país, de acordo com levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O preço médio da gasolina nesta semana aumentou para R$ 6,076 por litro, contra R$ 6,059 por litro na semana anterior, o que representa uma alta de 0,28%.

Nos 4.390 postos pesquisados pela ANP, o preço máximo chegou a R$ 7,199 o litro e, o mínimo, foi de R$ 5,19.

A agência também apurou que o valor médio do litro do diesel aumentou de R$ 4,695 para R$ 4,709 nesta semana.

Já o preço do litro do etanol subiu de R$ 4,653 para R$ 4,704 na semana.

Em 2021, o combustível se transformou num dos vilões da inflação, responsável por afetar duramente o orçamento das famílias brasileiras – já prejudicadas pela alta dos alimentos e da energia elétrica. Segundo o IBGE, a gasolina acumula no ano uma alta de 31,09%.

Os preços de venda dos combustíveis seguem o valor do petróleo no mercado internacional e a variação cambial. Dessa forma, uma cotação mais elevada da commodity e/ou uma desvalorização do real têm potencial para contribuir com uma alta de preços no Brasil, por exemplo.

Os preços cobrados nas bombas viraram motivo de embate entre o presidente e os governadores. O presidente Jair Bolsonaro tem cobrado publicamente que os estados reduzam o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que, dessa forma, os preços da gasolina e do diesel recuem.

Mas o que os analistas dizem que é o real desvalorizado tem contribuído para o aumento do preço dos combustíveis. E o que dá força para esse movimento de perda de valor da moeda brasileira são as várias incertezas dos investidores com relação ao rumo da política econômica do governo Bolsonaro.

Nesta sexta-feira (17), o dólar fechou em alta de 0,41%, cotado a R$ 5,2866.

*Informações G1

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Economia

Governo federal e estados discutem corte no Bolsa Família para até 22 mil beneficiários

Foto: Reprodução / FDR

O governo federal e estados discutiram nesta sexta-feira (15) uma proposta de acordo que pode permitir a suspensão do pagamento do Bolsa Família para até 22 mil beneficiários.

Segundo o G1, a medida valeria para famílias com irregularidades no cadastro como, por exemplo, indícios de fraudes, renda excessivamente alta e posse em cargos políticos.

O acordo ainda não foi fechado porque a União pediu mais tempo para analisar o caso. O Supremo Tribunal Federal (STF) tenta costurar um entendimento entre o governo federal e os estados, que questionam um suposto tratamento desigual entre os entes da federação no cancelamento dos benefícios do programa.

Os técnicos da União devem discutir a questão e apresentar uma resposta ao STF em cinco dias. A sugestão do governo será avaliada pelos representantes dos governos locais. A audiência, que durou quase cinco horas, contou com a presença de juízes do gabinete do ministro Gilmar Mendes, que é o relator do caso, defensores públicos e representantes de governos estaduais.

A Advocacia-Geral da União (AGU) afirma que a falta de um censo demográfico e o impacto da pandemia provocaram discrepância nos pagamentos do programa social diante do aumento da pobreza do país em algumas regiões. Segundo a advogada da União Andréa Dantas, o governo saiu de uma situação de pleno atendimento do programa para uma situação de ter que priorizar atendimentos. Fonte: Bahia Notícias

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Brasil

Atividade econômica cai 0,15% em agosto, diz Banco Central

A atividade econômica brasileira teve variação negativa em agosto deste ano, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 15, pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou queda de 0,15% em agosto de 2021 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período), chegando a 139,23 pontos.

Na comparação com agosto de 2020, houve crescimento de 4,74% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No ano, foi registrada alta de 6,41%. Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador também ficou positivo, em 3,99%.

O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 6,25% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos.

Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre deste ano, o PIB apresentou variação negativa de 0,1%. No primeiro semestre, o PIB registrou alta de 6,4% e em 12 meses, acumulou alta de 1,8%.

Em 2020, o PIB do Brasil caiu 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Foi a maior queda anual da série do IBGE, iniciada em 1996 e que interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%.

Fonte: ATarde.

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Economia

Preço da gasolina deve cair 8% após mudança na cobrança do ICMS, estima Arthur Lira

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) prevê redução de 8% no preço da gasolina com a mudança na forma de cobrança do ICMS. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Lira disse que o litro do etanol vai cair 7% e do diesel 3,7%.

A proposta para que o ICMS passe a incidir sobre um valor médio dos combustíveis nos últimos dois anos foi aprovada com o voto favorável de quase 400 deputados.

Da maneira como é cobrado atualmente, o imposto estadual se tornou o “vilão” da escalada de reajustes, afirma o presidente da Câmara.

“O ICMS é o vilão do aumento que o dólar e o petróleo façam com que a Petrobras repasse. Ele sobe geometricamente. O discurso que é feito que ele é um percentual fixo é verdade, mas [a porcentagem fixa de cada estado] em cima de uma cadeia geometricamente ele [preço] se multiplica. Isso pesa demasiadamente no bolso do contribuinte e como o Governo Federal já advém para os combustíveis, ou seja, é fixo o seu imposto, o ICMS na proposta aprovada ou não vai fazer essa média dos últimos dois anos, vai se encontrar um preço fixo da gasolina e os estados terão liberdade de fixar o percentual que for conveniente”, explicou. 

Segundo Arthur Lira, a previsão de redução está baseada nos estudos que sustentam a proposta.  Fonte: Metro1

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