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Argentina antecipa entrada de brasileiros; quarentena é exigida para não vacinados

A Argentina reabriu para os turistas brasileiros nesta sexta-feira (1º), após quase um ano com restrição de entrada por causa da pandemia da Covid-19. A liberação está oficialmente programada para o início de novembro, mas o país decidiu adiantá-la para as nações vizinhas, com quem divide fronteiras.

Para entrar no país, os estrangeiros deverão seguir algumas exigências. A principal é a apresentação prévia do teste RT PCR negativo para a Covid-19, feito com pelo menos 72 horas de antecedência. O comprovante de vacinação contra a doença não será obrigatório, mas as pessoas que não o apresentarem não poderão circular de imediato no país.

Os turistas que não possuírem o esquema de vacinação completo contra o coronavírus (dose única ou segunda dose há 14 dias), deverão ficar isolados por 7 dias, em quarentena. No final do período, será realizado um teste PCR. Os vacinados também farão o teste no país, 5 a 7 dias após a chegada. Fonte: Metro1

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Jogador de rugby morre após choque de cabeça durante jogo

Uma tragédia deixou o rugby na Argentina de luto. Lucas Pierazzoli, jogador do Hurling Club, de Buenos Aires, faleceu após sofrer um choque de cabeça durante uma partida. O atleta, de 28 anos, chegou a ser hospitalizado, mas teve a morte cerebral confirmada no último domingo (3).

O lance fatal aconteceu durante o jogo do Hurling contra o Sitas, realizado no sábado (2), pela terceira divisão da modalidade. Durante um ataque de seu time, Pierazzoli se choca com um rival em uma disputa e desmaia no gramado.

Sem que a gravidade fosse percebida, a partida continua por alguns instantes, até enfim ser interrompida. De acordo com o jornal Clarín, os médicos das duas equipes atenderam o jogador, assim como outros três profissionais que acompanhavam o jogo.

Segundo o diário Olé, Pierazzoli ficou desacordado por 40 minutos. Foram feitas algumas tentativas para reanimar o atleta, que foi levado ao hospital por uma ambulância. Foi constatado que o argentino fraturou algumas vértebras, e que sua medula espinhal estava comprometida. No domingo, ele teve a morte cerebral confirmada. Fonte: Correio24horas

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Mundo

Após tirar sarro das demais redes sociais, Twitter começa a registrar instabilidades

Depois das instabilidades por WhatsApp, Facebook e Instagram, agora é a vez do Twitter apresentar inconsistências e riscos de sair do ar. Segundo o site Downdetector, que mede reclamação de usuários durante a navegabilidade pelos canais digitais, por volta das 16h, os usuários começaram a reclamar de erros no Twitter, principalmente, para o carregamento de comentários e imagens.

Antes, o Twitter havia tirado sarro com os demais redes. A empresa usou sua própria conta para brincar com o fato que todo mundo estava contectado na rede neste momento. “Olá, literalmente a todos”. Fonte: Metro1

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Após 7 meses, EUA voltam a ter mais de 2 mil óbitos diários

Pela primeira vez desde fevereiro, os Estados Unidos voltaram a registrar, nesta semana, uma média de mais de 2 mil mortes diárias por Covid-19, segundo informações do site Our World in Data, da Universidade de Oxford. O novo pico é provocado pela disseminação da variante Delta, mais contagiosa, em especial em áreas do país com baixas taxas de vacinação.

As mortes relacionadas ao coronavírus vem aumentando no país nos últimos dois meses, chegando a uma média de 2.031 por dia na terça-feira, e a 2.047 nesta quinta-feira, o maior número desde 27 de fevereiro. Em 5 de julho, quando os EUA registraram o menor índice de mortalidade pela doença, a média de óbitos por dia foi de 217. Ao todo, desde o início da pandemia, 681,2 mil americanos morreram de Covid-19, mais do que em qualquer outro país. No Brasil, segundo país com mais mortes — mais de 592 mil mil — a média diária de óbitos está em cerca de 530.

Segundo dados compilados pelo New York Times, os números de novos casos e de hospitalizações estão em queda nos EUA, com reduções de 12% e 10%, respectivamente, na média nacional dos últimos 14 dias. No entanto, essas taxas variam amplamente de estado para estado, com um em cada quatro hospitais do Sul do país, epicentro local da variante Delta, com mais de 95% dos leitos de UTI ocupados.

O país lida com a baixa procura pela vacina e o negacionismo de grupos sociais, ao passo que o ritmo de vacinação tem se mantido estável em torno das 742 mil doses por dia, depois de um pico de mais de 3 milhões em abril.

Cerca de 55% dos americanos já estão totalmente imunizados — variando de 69% no estado de Vermont a 40% na Virgínia Ocidental. Esse número chega a 73,5% no Uruguai, 64% em Israel e 62% na média dos 27 países da União Europeia. No Brasil, onde a vacinação começou depois, menos de 39% da população completou o ciclo vacinal, mas 69% tomaram a primeira dose.

O plano do presidente Joe Biden era de que pelo menos 70% dos adultos americanos tivessem recebido ao menos uma dose da vacina até 4 de julho, quando é comemorada a Independência do país. Mas, até o momento, este número não passou de 63%, com analistas apontando a polarização política, a desinformação e a má comunicação como os principais fatores do atraso.

A desinformação sobre a vacina que o governo Biden está combatendo inclui a circulação de mentiras como as de que os imunizantes contra a Covid-19 são ineficazes, carregam microchips e  prejudicam a fertilidade das mulheres, disse um funcionário da Casa Branca em julho.

Em meados de agosto, quando os EUA registraram mais de mil mortes por dia pela primeira vez desde março, Biden fez um apelo, dizendo que não descansará “enquanto os governadores que são contra o uso de máscaras continuarem intimidando funcionários locais”.

— Ainda estamos em uma pandemia de não vacinados. Há mais de 85 milhões de americanos elegíveis para a vacinação [contra Covid-19] que ainda não se vacinaram — afirmou o presidente americano à época.

As mortes por Covid-19 nos EUA já ultrapassam as da gripe espanhola. Na pandemia de 1918, 675 mil óbitos foram notificados, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Em todo o mundo, mais de 4,7 milhões de pessoas morreram desde o início da pandemia do coronavírus. Fonte: OGlobo.

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