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Brasil

Bolsonaro sanciona lei que prorroga flexibilização do ano letivo

Foto: Camila Souza/GOVBA

O presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que prorroga a flexibilização do ano letivo até o fim de 2021. 

Uma lei aprovada no ano passado já havia alterado a carga horária da educação básica e superior, devido à pandemia da Covid. O novo texto apenas garante que as mudanças continuam valendo até o fim do ano.

A lei será publicada na quinta-feira (14) no Diário Oficial da União (DOU), de acordo com a Secretaria-Geral da Presidência. 

Ainda segundo a pasta, o objetivo foi “afastar interpretações equivocadas” sobre a validade das alterações no calendário escolar. Isso porque inicialmente ela só valeriam durante o estado de calamidade pública, encerrado no fim de 2020. 

O texto sancionado agora afirma que as novas regras “vigorarão até o encerramento do ano letivo de 2021”. Fonte: Metro1

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Brasil

Mega-Sena pode pagar R$ 10,5 milhões neste sábado

Foto: Divulgação

O concurso 2.419 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 10,5 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h deste sábado (15) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada também pela internet até 19h 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito. Fonte: Metro1

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Brasil

Crise hídrica: reservatórios registram menor armazenamento de água em 21 anos

Foto: Divulgação

Os reservatórios de hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por mais da metade da geração de energia do país, estão com o menor nível médio de armazenamento de água em 21 anos. A queda é o recorde histórico registrado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que atua desde 2000.

Na quinta-feira (14), o armazenamento médio nos reservatórios das regiões bateu 16,86%. Na mesma data, em 2001, quando o país passou por um racionamento de energia, a taxa era de 21,4%. O Brasil passa, atualmente, por uma crise hídrica. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou a pedir que a população controle os seus gastos para ajudar o país.

Atualmente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) opera com a “bandeira tarifária escassez hídrica”, que adiciona, como valor extra, mais R$ 14,20 às contas de energia a cada 100 kW/h consumidos. Fonte: Metro1

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Brasil

Atividade econômica cai 0,15% em agosto, diz Banco Central

A atividade econômica brasileira teve variação negativa em agosto deste ano, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 15, pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou queda de 0,15% em agosto de 2021 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período), chegando a 139,23 pontos.

Na comparação com agosto de 2020, houve crescimento de 4,74% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No ano, foi registrada alta de 6,41%. Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador também ficou positivo, em 3,99%.

O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 6,25% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos.

Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre deste ano, o PIB apresentou variação negativa de 0,1%. No primeiro semestre, o PIB registrou alta de 6,4% e em 12 meses, acumulou alta de 1,8%.

Em 2020, o PIB do Brasil caiu 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Foi a maior queda anual da série do IBGE, iniciada em 1996 e que interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%.

Fonte: ATarde.

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