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Esporte

Rebeca Andrade conquista ouro e prata no Mundial de ginástica

Rebeca Andrade voltou a fazer história. Medalhista olímpica de ouro no salto há menos de três meses, ela também é campeã mundial nesse aparelho. Neste sábado (23), a brasileira confirmou o favoritismo e venceu com sobras a prova no Campeonato Mundial de ginástica artística em Kitakyushu, no Japão.

Cerca de duas horas depois, levou a prata nas barras assimétricas. A primeira ginasta do país a subir no pódio em Olimpíadas também é a primeira representante, entre homens e mulheres, a conquistar duas medalhas numa mesma edição do Mundial.

No salto, a média de suas duas notas foi 14,966, bem acima da segunda colocada, a italiana Asia D’Amato, com 14,083. Na classificação, Rebeca já havia ficado confortavelmente à frente das concorrentes, com 14,800. M1.

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Esporte

Baiana Formiga se despede da seleção em jogo com goleada sobre a Índia

Foto: CBF

A jogadora de futebol Formiga,43, se despediu da Seleção Brasileira após 26 anos. O jogo de despedida aconteceu na última quinta-feira (26). A homenageada passou boa parte do tempo no banco, mas deu sorte às jogadoras. O Brasil fez 6×1 na Índia, pelo Torneio Internacional de Manaus.

Mas o centro das atenções da noite de ontem foi mesmo Formiga – ou Miraildes Maciel Mota. A baiana foi a atleta que mais vestiu a camisa da seleção. Foram 233 partidas, sete copas do mundo e sete jogos olímpicos.

Foi com um passe de Formiga que saiu o sexto gol do time brasileiro na partida de quinta. Após o apito final, todas as jogadoras se reuniram para abraçar Formiga, que recebeu um buquê de rosas das mãos de Marta, sua colega de seleção. Fonte: Metro1

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Esporte

Conta precisa: o que o Vitória precisa para evitar o rebaixamento

A última rodada da Série B chegou da pior forma para o Vitória. Depois de perder por 3×1 para o CRB, segunda-feira (22), em Maceió, o Leão vai para a 38ª partida dependendo de uma combinação de resultados para não amargar a queda à terceira divisão nacional.

A missão envolve três jogos. Para começar, claro, o time de Wagner Lopes precisa superar o Vila Nova no Barradão, domingo, às 16h – se não ganhar, nem adianta a concorrência ajudar. O clube goiano ocupa a 10ª posição na tabela e está no grupo dos times que não brigam por mais nada na competição. 

Mas os três pontos somente não são suficientes para evitar a queda e, pela última vez nesta campanha, a torcida vai fazer contas para sair do Z4.

O Londrina, que abre a zona do rebaixamento, em 17º, com 41 pontos, recebe o Vasco, no mesmo dia e horário. O clube carioca ocupa o 9º lugar, com 49 pontos, e também não briga por nada mais no torneio. Neste confronto, o time paranaense pode no máximo empatar em casa para livrar o Vitória da zona.

Um alento: o Londrina é o segundo pior mandante da competição, com apenas 37% de aproveitamento. Já o Vasco está com a cabeça voltada para a reformulação no elenco – e  não tem tanto sucesso jogando fora do Rio de Janeiro, com 33% de rendimento.

Vitória e Remo se enfrentando pelo 1º turno da Série B, no Baenão (Foto: Fernando Torres)

A parte teoricamente mais difícil da combinação vem a seguir. Em Belém, o Remo, que é o 16º colocado com 42 pontos, enfrenta o Confiança, vice-lanterna e já matematicamente rebaixado. E diferentemente do Londrina, o Vitória torce, obrigatoriamente, por uma derrota dos mandantes.

Isso porque o rubro-negro baiano tem 40 pontos e, caso o clube paraense empate, chegaria aos mesmos 43 possíveis do Leão. Porém, no critério de desempate, a vantagem vai para o adversário, que tem 11 triunfos no campeonato, enquanto o Vitória tem só oito e iria para nove. Jogando no Baenão, o Remo tem a sexta pior campanha, com 44% de aproveitamento.

Ocupando a 18ª posição, o Vitória tem 91% de chance de cair para a Série C, de acordo com os cálculos do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O risco do Londrina é de 76,8%; e o do Remo, 32%. Só um vai escapar. Além do Confiança, o Brasil de Pelotas já caiu

Em entrevista após a derrota para o CRB, o técnico Wagner Lopes ressaltou a difícil missão do clube na rodada decisiva, mas garantiu que, dentro de campo, o elenco irá fazer de tudo para evitar o rebaixamento.

“Enquanto tiver 1% de chances, vamos lutar, trabalhar. Se os outros times perderem, ainda tem a possibilidade de uma vitória nossa em casa. É lutar para que os resultados aconteçam e a gente fazer um bom jogo no próximo dia 28 em casa, contra o Vila Nova.  Estamos fazendo tudo que está ao nosso alcance para orientar da melhor maneira possível, assumir a responsabilidade. Eu sou o responsável.”, afirmou.

Jogos envolvendo o rebaixamento

Vitória x Vila Nova | Barradão, 16h; domingo (28)

Londrina x Vasco | Estádio do Café, 16h; domingo (28)

Remo x Confiança | Baenão, 16h; domingo (28)

Fonte: Correio24horas.

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Esporte

Ciclistas baianos são campeão e vice do Brasileiro de mountain bike

Pela primeira vez na história, um nordestino alcançou o topo do pódio na categoria elite do Campeonato Brasileiro de maratona mountain bike. Não bastasse esse feito histórico, foram dois baianos ocupando o 1º e 2º lugares após os 60 quilômetros percorridos pelas trilhas de Juiz de Fora, Minas Gerais. Ulan Galinski, 23 anos, e Kennedi Lago, 26, são os personagens dessa história de muita dedicação, esforço e, claro, competência.

A etapa única do Brasileiro, que aconteceu no domingo (21), foi decidida no detalhe. A prova disso foi a curta distância entre os dois concorrentes baianos. Ulan fez o tempo de 1h52min35s, só 24 segundos antes de Kennedi. “Foi um pelotão compacto do início ao fim, muito rápido. Tudo foi decidido na última subida, foi nesse momento que fiz a diferença na corrida”, conta o campeão.

Lago afirmou que competir em maratona requer muita concentração, mesmo com um ritmo forte. “A gente chegou com média de 31km/h na pista de terra. Tem que saber trabalhar, ter o momento de estratégia, saber quando atacar e defender”, explica o segundo colocado. Uma das características do campeonato é a presença numerosa de competidores do interior do estado brigando pelas posições do topo. Nascido no Vale do Capão, distrito de Palmeiras, na Chapada Diamantina, Ulan começou no ciclismo como mais uma de tantas modalidades que praticava na adolescência.

Ulan comemora vitória no Campeonato Brasileiro (Foto: Felipe Almeida/Divulgação)

“Sempre gostei muito de esporte. Capoeira, jiu-jitsu, futebol. Circo… fiz tudo isso. Mas conheci o ciclismo por dois amigos do Capão quando eles eram grandes nomes da modalidade no estado. Depois de experimentar, como sempre fui muito competitivo e gostava de adrenalina, levei muito a sério e decidi que queria ser profissional. Nesse momento percebi que precisava me dedicar a um só esporte, e foi quando as portas começaram a se abrir”, declara Ulan.

O título veio justamente em sua temporada de estreia na categoria elite. Em 2022, Ulan, que é integrante da equipe Caloi/Henrique Avancini Racing, poderá competir em todas as etapas do Campeonato Brasileiro com a bandeira do Brasil estampada no uniforme, distinção dada apenas ao vencedor do nacional no ano anterior. “Agora vou competir com o alvo dos adversários nas costas”, brinca.

Neste ano, quando deixou de correr pelo sub-23, Galinski conquistou a Copa Internacional Taça Brasil, além de provas que somam pontos para o ranking mundial. Mas a medalha dourada no Brasileiro, que fechou 2021 com “chave de ouro”, como definiu, foi a conquista mais importante da carreira: “É um sonho de criança. Sou um atleta muito ambicioso, tive crença em mim e trabalhei muito. É difícil dizer, mas eu me via conquistando esses espaços, chegando nesse nível que estou hoje. Mas confesso que a ficha está demorando um pouco para cair”, afirma.

Dobradinha baiana

E o sonho que começou nas pistas de terra da Chapada Diamantina cruzou o caminho de um outro baiano, que também saiu do interior rumo à elite dos atletas de ciclismo do país. “Sou um pouco mais velho que Ulan, mas crescemos juntos nacionalmente. É um cara que considero muito, uma referência. As disputas ficam sempre dentro das pistas, mas tenho uma amizade grande e o esporte proporciona esses dois lados”, comenta Kennedi Lago.

O vice-campeão brasileiro saiu de Castro Alves, no Recôncavo, onde começou a treinar em 2012, em copas municipais. O ciclista lembra bem da primeira delas, uma disputa de 20 km, quando ele foi campeão e decidiu que competiria uma segunda vez. 

“Fiquei muito feliz por fazer essa dobradinha. Ele foi minha maior referência na Bahia nos meus primeiros anos. É um grande amigo, foi especial dividir esse momento com ele”, disse Ulan sobre sua amizade com Kennedi

“Os amigos e a família me incentivaram a competir de novo. O resultado foi que furei os dois pneus na prova”, relembra, com descontração. “Após um ano passei a competir mesmo. Treinando sozinho, sem nenhuma base de como seria dali para frente, mas fui seguindo. Entre os 14 e 15 anos pensei: ‘Quero competir, evoluir e buscar algo a mais’. Já em 2015 a coisa mudou e comecei a trabalhar como profissional, ter apoio de marcas e uma esturtura melhor”, explica Kennedi, que desde então vive do esporte.

Em 2017 ele levou o título de campeão das Américas e, no ano seguinte, foi medalha de bronze no Brasileiro. 

O ciclista está entre os atletas que foram do interior da Bahia até Juiz de Fora em um ônibus da prefeitura de Castro Alves, sua terra natal. Além do transporte, a gestão municipal bancou a estadia para os competidores que representavam a cidade. “Há pelo menos cinco anos faço parte da seleção de ciclistas de Castro Alves, que é um trabalho da prefeitura. Existe um projeto para atrair jovens atletas, onde eles tenham algo para praticar. A prefeitura proporciona aos atletas competições a nível nacional”, explica.

No ônibus, foram 35 competidores, sendo 11 de Castro Alves e outros espalhados pelo estado, como de Vitória da Conquista, Santo Estevão, Ruy Barbosa e Irecê.

Para 2022, os planos da dupla são os mesmos: continuar a crescer. “No ano que vem quero seguir com o projeto da prefeitura porque é uma inspiração para mim trabalhar assim de forma consciente. Temos muita coisa para escrever e apresentar minha cidade, meu estado”, diz Kennedi.

Ulan, que além de competir na categoria maratona disputa pela cross country, disse que o foco agora está nos Jogos Olímpicos de Paris-2024. O campeão brasileiro precisa pontuar em corridas para subir no ranking mundial e garantir a vaga na maior competição esportiva do mundo. “Quero chegar lá e representar o Brasil. Vou continuar crescendo, conquistando grandes resultados e ir em busca do ouro no cross country em Paris”.

Fonte: Correio24horas.

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