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Política

Dal chama prefeito de São Miguel de traidor; veja o que ele falou sobre Júlio Pinheiro, Rui Costa, Rogério Andrade, Bolsonaro e ACM Neto

O deputado Estadual Dal (PP) concedeu entrevista ao programa do Valente e em um bate papo falou sobre a política da região, alianças e eleições 2022, onde pretende lançar pré-candidatura para deputado federal. Confira o que o Deputado Dal falou sobre aliados e ex-aliados:

Rogério Andrade: “Um grande político. Colecionar de vitórias, mesmo perdendo a última eleição, mas perder e ganhar fazem parte do jogo. Rogério é um homem trabalhador, dedicado a política e tenho certeza que vai voltar com se mandato eletivo para continuar ajudando a população como sempre fez”.

Governador Rui Costa: “É um governador bem avaliado, mas deveria atender melhor os pedidos dos deputados para levar melhorias através de nossos mandatos ao povo da Bahia. Rui Costa é um grande governador”.recommended byPROVUQuem prova. Aprova!APRENDA MAIS

Vice-governador João Leão: “Meu líder. Presidente dos Progressistas. É o político que tem feito história na Bahia, Moro advogou para empresas que ele quebrou com a Lava Jato, afirma Bolsonaro com seus projetos, coma construção da Ponte. É um homem que tem feito grandes coisas pela Bahia”.

Bolsonaro: “O presidente precisa ter mais cuidado com que fala. Até o momento, tem se mostrado um político honesto”.

Ex-presidente Lula: “Lula com certeza foi o presidente que revolucionou o Brasil e que de verdade, olhou primeiro para a população mais carente e por conta disso tem um índice de aprovação gigantesca”;

ACM Neto: “Ele transformou Salvador e tem um grande futuro na política”.

Ex-governador e senador Jaques Wagner: “Wagner revolucionou a Bahia e mudou a Polícia da Bahia. É um senador atuante e foi um grande governador da Bahia”.

Sérgio Moro: “Esse vai ser o nome que dará protagonismo a política do Brasil. Sergio Moro provocou a mudança. Não podemos dizer que acabou a corrupção, mas diminuiu muito, graças a Sergio Moro quando prendeu os grandes empreiteiros, empresários e políticos que achavam que estavam acima de tudo e de todos e ele teve a coragem.”

Júlio Pinheiro, prefeito de Amargosa: “Júlio teve seus erros e acertos e  como prefeito busca muito fazer obras de fachadas para que as pessoas possam ver, mas que deixa muito a desejar no atendimento ao público”.

Valdelino Baleia, prefeito de São Miguel das Matas: “é um traidor. O povo de São Miguel sabe do que estou falando e é o povo é quem vai julgar nas urnas. O vice-prefeito é um homem sério, que reconheceu o quanto eu fiz e tenho feito pela cidade e o quanto ajudei para que eles ganhassem as eleições”.

Karina, ex-prefeita de Amargosa: “Mulher honesta. Participou de quatro eleições consecutivas e continua forte no rol da política”.

Genival Deolino: “Ele tem boas intenções. Talvez ainda não tenha acertado o passo que o povo de  Santo Antônio de Jesus espera, mas ele tem princípios e vejo nele um homem honesto e dedicado e que busca acertar”.

Fonte: BlogdoValente.

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Política

Leo Prates critica aglomeração de torcidas em jogos de Bahia e Vitória: ‘Carnaval liberado’

Secretário da Saúde de Salvador, Leo Prates criticou o comportamento de torcedores do Bahia que, na noite de sexta-feira (26), fizeram festa em comemoração ao triunfo do Bahia sobre o Grêmio em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. No Twitter, Leo escreveu: “E o ‘Carnaval’ liberado pelo Decreto Estadual continua… Fonte Nova hoje. Vamos todos pagar a conta!”.

Uma sequência de vídeos publicados pelo gestor da Saúde na capital, mostram o último jogo do Bahia, e também do Vitória, onde torcedores aparecem aglomerados – muitos sem máscaras. Em outra publicação, o secretário indaga o decreto estadual que permite a capacidade de 70% dos estádios – prorrogado pelo governador Rui Costa (PT), também na sexta-feira.

“Afinal ninguém bebe de máscara, concorda? Qual a diferença das imagens abaixo pra um evento? Se o produtor de eventos quiser contratar a Fonte Nova, por duas horas, o critério usado pelo Governo será o mesmo? Estamos vendo carnaval todo final de semana e vamos pagar a conta!”, completou ele, que chegou a citar em outra publicação o gestor estadual. Fonte: Metro1

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Política

Bolsonaro diz que Brasil e o mundo não aguentam um novo lockdown

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (26) que o Brasil e o mundo não aguentam um novo lockdown, ao comentar sobre a possibilidade da chegada de uma nova variante da Covid-19, como está sendo cogitada com a cepa surgida na África do Sul e que tem se espalhado por outros países.

É o mesmo discurso desde o início da pandemia. “Tudo pode acontecer. Uma nova variante, um novo vírus. Temos que nos preparar. O Brasil, o mundo, não aguenta um novo lockdown. Vai condenar todo mundo à miséria e a miséria leva à morte também. Não adianta se apavorar. Encarar a realidade. O lockdown não foi uma medida apropriada. Em consequência da política do ‘fique em casa e a economia a gente vê depois’, a gente está vendo agora. Problemas estamos tendo”, disse Bolsonaro.

Sobre a possibilidade de fechar fronteiras, o presidente disse que não tomará nenhuma medida irracional. Também disse que não tem ingerência sobre a realização de festas de carnaval, que são afeitas aos níveis estaduais e municipais de governo.

“Eu vou tomar medidas racionais. Carnaval, por exemplo, eu não vou pro carnaval. A decisão cabe a governadores e prefeitos. Eu não tenho comando no combate à pandemia. A decisão foi dada, pelo STF, a governadores e prefeitos. Eu fiz a minha parte no ano passado e continuo fazendo. Recursos, material, pessoal, questões emergenciais, como oxigênio lá em Manaus”, disse Bolsonaro, contrariando o que os ministros do STF já se manifestaram, afirmando que a autonomia dos estados e municípios não retiram a obrigação do governo federal de coordenar as ações de combate à pandemia.

Sobre a aprovação do projeto de lei que limita o pagamento dos precatórios –  dívidas públicas com ordem judicial de pagamento -, a maioria com muitos anos de atraso, Bolsonaro frisou que não prejudicará os mais pobres.

“Dívidas de até R$ 600 mil, nós vamos pagar. Nenhum pobre, que há 20, 30, 40 anos tem dinheiro para receber, vai ficar sem receber. Agora, quem tem para receber mais de R$ 600 mil, e só Deus sabe como aparece esse precatório, nós vamos parcelar isso daí”, disse.

As declarações de Bolsonaro foram durante as comemorações do 76° Aniversário da Brigada de Infantaria Pára-quedista, no Rio de Janeiro. Fonte: Metro1

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Política

‘Prefiro estar no centrão do que no esquerdão’, diz Bolsonaro

Por: Agência Brasi

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a justificar a sua proximidade com o centrão em entrevista ao Diálogo com Lacombe (RedeTV!) nesta quinta-feira (25). “São 513 deputados, quase 300 são do dito centrão. Se eu não conversar com eles, vou conversar com quem?”, perguntou. 

“Já fui do PP, já fui do PTB. É um nome pejorativo que deram. Prefiro estar no centrão do que no esquerdão, lá você não consegue nada de bom para o país”.

A entrevista foi feita no Palácio da Alvorada, à beira da piscina, que o presidente disse não ter tempo de usar por causa da “vida atribulada”.

Bolsonaro negou que sua base no Congresso Nacional seja baseada em troca de cargos e favores. Segundo ele, o relacionamento com os parlamentares acontece por meio de convencimento. “A negociação não é fácil”, disse, apesar das liberações de emendas parlamentares.

O presidente disse que, apesar dos 28 anos no Congresso, ele não esperava que fosse tão difícil governar e afirmou ainda não ter tomado a decisão de disputar a reeleição em 2022.

Apesar disso, relatou conversas de “alto nível” com Valdemar Costa Neto, presidente do PL, partido em que deve se filiar nos próximos dias. E fez críticas ao ex-presidente Lula (PT) e ao ex-ministro e ex-juiz Sergio Moro (Podemos), seus prováveis adversários na campanha eleitoral.

“Com o PT de volta, todo mundo vai perder. Não tem como fazer milagre na economia e vão voltar para aparelhar tudo no país, para nunca mais sair do poder”.

Sobre Moro, o presidente voltou a ironizar seu ex-ministro da Justiça e pré-candidato à presidência. “Quero ver ele em cima de um caminhão falando para duas mil pessoas. Não consegue conversar”, disse.

Bolsonaro criticou também a presença de outros ex-ministros em torno de Moro. Para ele, parece “recalque”.

Mesmo sem ter decidido se disputa ou não a reeleição, o presidente garantiu que pretende participar de debates em 2022, mas pediu que não ocorram ataques à família e a amigos. “Da minha parte não vai ter guerra. Tenho quatro anos de mandato para mostrar. Lula tem os oito anos . Temos o que mostrar”.

Ainda sobre a disputa de 2022, ele afirmou que quem se eleger poderá indicar dois ministros para o STF (Supremo Tribunal Federal).

“Tem que ter paciência”, pediu, em uma sinalização para a sua base de apoio.

O presidente criticou novamente a cassação do deputado federal Fernando Francischini, do Paraná, por divulgar notícias falsas contra o sistema eletrônico de votação.

Na opinião dele, Francischini não falou nenhuma mentira. “Nego ia votar, apertava o um e já aparecia o 13 lá”, disse. “O recado que dão: houve disparo em massa. Não temos prova, mas se tiver no ano que vem vamos cassar o registro e prender. Olha, ditadura no Brasil, enquanto eu for presidente, a gente não pode admitir isso aí”.

Apesar das críticas, ele ressaltou que não quer entrar em confronto porque isso mexe com o dólar, com o preço dos combustíveis e com o custo de vida.

“A gente fica o tempo todo jogando água fria. Tento acalmar o tempo todo e não entro nessa bola dividida”, disse, supostamente sobre seus apoiadores mais radicais. Bolsonaro falou ainda que sabe o que o deputado federal Daniel Silveira (PSL) passou, “injustamente”.

“Espera, calma. Vamos fazer nossa parte, se indignar, sabemos de arbitrariedades que acontecem, são graves. Muitas vezes fico me remoendo, mas as consequências dos meus atos podem ser piores para todo mundo”, disse. “Quem se eleger em 2022, bota mais dois no Supremo em 2023. Dá para mudar o Brasil”, repetiu.

Bolsonaro voltou a elogiar o ex-ministro André Mendonça, indicado por ele para uma vaga no STF, e disse acreditar que o Senado vai aprovar o nome. Após mais de quatro meses de resistência, o presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Davi Alcolumbre (DEM-AP), marcou a sabatina do ex-ministro. Fonte: Folhapress

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