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Política

Flávio Bolsonaro admite que Queiroz pagava suas contas pessoais

Foto : Waldemir Barreto/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro admitiu que seu ex-assessor Fabrício Queiroz chegou a pagar suas contas pessoais, conforme apontou investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro. De acordo com ele, no entanto, a origem das quantias em dinheiro é lícita e não tem qualquer relação com possíveis desvios investigados no suposto esquema de “rachadinha” adotado em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do RJ. 

“Pode ser que, por ventura eu tenha mandado, sim, o Queiroz pagar uma conta minha. Eu pego dinheiro meu, dou para ele, ele vai ao banco e paga para mim. Querer vincular isso a alguma espécie de esquema que eu tenha com o Queiroz é como criminalizar qualquer secretário que vá pagar a conta de um patrão no banco. Não posso mandar ninguém pagar uma conta para mim no banco?”, afirmou ele, em entrevista ao jornal O Globo. 

Questionado sobre a razão pela qual diversos assessores do então deputado estadual deram dinheiro a Queiroz durante anos, Flávio disse que quem fazia depósito na conta de seu ex-assessor era uma “equipe de rua”. Com os recursos, Queiroz teria feito subcontratação de outros auxiliares. 

“Ele fez um posicionamento junto ao MP esclarecendo essas questões. Disse que as pessoas que faziam os depósitos na conta dele eram da chamada equipe de rua. Queiroz afirma que pegava o dinheiro para fazer a subcontratação de outras pessoas para trabalharem em redutos onde ele tinha força. Sempre fui bem votado nesses locais. Talvez tenha sido um pouco relaxado de não olhar isso mais de perto, deixei muito a cargo dele. Mas é obvio que, se soubesse que ele fazia isso, jamais concordaria. Até porque não precisava, meu gabinete sempre foi muito enxuto, e na Assembleia existia a possibilidade de desmembrar cargos. Outra coisa importante: mais de 80% dos recursos que passaram pelo Queiroz são de familiares dele. Então, qual o crime que tem de o cara ter um acordo com a mulher, com a filha, para administrar o dinheiro?”, disse o senador. (Metro1)

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Política

‘Somos vítimas de campanha de desinformação sobre Pantanal e Amazônia’, diz Bolsonaro na ONU

Foto : Marcos Corrêa/PR

Em discurso gravado e exibido hoje (22), na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil se destaca na preservação ambiental e é vítima de “uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal”.

Segundo o chefe do Executivo nacional, o agronegócio “continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta”. Ele ainda responsabilizou “o caboclo e o índio” pelos incêndios registrados nas florestas, além de afirmar que “nossa floresta é úmida e não permite a propagação do fogo em seu interior”.

A fala contrasta com os dados divulgados nas últimas semanas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que apontou recordes de desmatamento na Amazônia e no Pantanal.

Bolsonaro ainda falou sobre a situação da pandemia no país e voltou a dizer que a imprensa brasileira “politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população”. “Sob o lema ‘fique em casa’ e ‘a economia a gente vê depois’, quase trouxeram o caos social ao país”, disse. (Metro1)

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Política

Processada por Lula, Regina Duarte ‘some’ do mapa

Foto : Isac Nobrega/PR

Processada pela família do ex-presidente Lula em abril por divulgar falsas acusações à ex-primeira-dama Marisa Letícia, a atriz Regina Duarte até agora não foi encontrada pela Justiça para ser intimada. Em despacho publicado nesta sexta-feira, a juíza responsável pelo caso afirma que o mandado de intimação para a ex-secretária de Cultura foi “devolvido sem cumprimento”.

Enquanto ainda ocupava a pasta no governo de Jair Bolsonaro, Regina publicou em seu perfil no Instagram a suposta informação de que foram encontrados 250 milhões de reais nas contas da falecida esposa do petista — a postagem foi apagada posteriormente, após a divulgação de que notícia estava errada.

O motivo para o “desaparecimento” de Regina é que o endereço usado para fazer a citação foi o profissional, neste caso específico, da secretaria de Cultura. A defesa de Lula chegou a pedir urgência na medida quando houve o anúncio da saída dela, mas a questão não foi apreciada. Desde então, os advogados do ex-presidente procuram um novo logradouro da atriz, mas sem sucesso.

Regina Duarte deixou o governo em maio, após três meses como secretária de Cultura.

No dia do anúncio de sua exoneração, Jair Bolsonaro disse que a atriz trocaria Brasília por São Paulo, onde ela tocaria a Cinemateca brasileira e ficaria perto da família. (Veja)

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Política

Senado retorna às atividades presenciais depois de seis meses


O Senado terá deliberações presenciais pela primeira vez desde o mês de março, quando todas as sessões passaram a ser remotas em função da pandemia de coronavírus. Esta semana, voltam a funcionar as comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Relações Exteriores (CRE), que vão sabatinar e votar nomes indicados para cargos em tribunais e embaixadas. Em seguida, o Plenário tomará as decisões finais. 

A última atividade presencial dentro do Senado aconteceu no dia 17 de março, numa reunião da comissão mista que analisava a medida provisória (MP) 905/2019, que estabelecia uma nova modalidade de contrato de trabalho. Na ocasião, os parlamentares aprovaram o parecer da comissão a favor da proposta. 

Na próxima segunda-feira (21), a CRE vai realizar 34 sabatinas com diplomatas indicados para representações brasileiras em países estrangeiros e agências internacionais. Já há 32 indicações na pauta, e o presidente da comissão, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), informou que mais duas devem ser incluídas na lista. Na terça-feira (22) será a vez de a CCJ se reunir, para ouvir três indicados para o Superior Tribunal Militar (STM) e uma indicada para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

Após passarem por essas comissões, as indicações devem chegar ao Plenário do Senado para serem confirmadas, já a partir da terça-feira, e a votação deve se estender até quinta-feira (24). Encerrando a semana, na sexta-feira (25), os senadores participarão de uma sessão de debates sobre os desafios econômicos, sociais e ambientais do Brasil para o período pós-pandemia. Fonte: Metro1

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